Declaração do Pastor Rubens Teixeira

27/07/2009

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O pastor Rubens Teixeira (foto) declarou que nasceu, foi consagrado a diácono, a presbítero e a pastor nas Assembléias de Deus e nunca foi discriminado pelos líderes da IURD, mas, pelo contrário, o senador Crivella se constituiu em um paredão para que não fosse estraçalhado. Ao contrário do que alguns dizem por aí, o senador Crivella e os Bispos da Igreja Universal tiveram ao seu lado nas horas de extrema dificuldade por que passou por conta de ter-se insurgido contra idéias que prejudicavam a política econômica do país.

O pastor Rubens Teixeira citou as palavras de Jesus ao dizer que se a nossoa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entraremos no Reino dos Céus. Disse que estas injustiças não se justificariam mesmo se fosse por política, referindo-se à indiferença que muitos tem tido com o senador Crivella que tem-se dedicado a ajudar os pobres com seus próprios recursos em um país que muitos políticos estão envolvidos em processo de enriquecimento e o senador Crivella vive uma vida modesta e que se alguém afirma que ele cuida dos seus próprios interesses significa dizer que ele cuida de pouco, visto que não possui muita coisa.

Pastor Rubens Teixeira compara “determinadas declarações” à difamação dos fariseus e lembra a pesquisa divulgada pela ONG Transparência Brasil em que aponta o senador Crivella como o 3º senador, dentre os 81, que mais apresentou projetos relevantes para o país nos últimos três anos.

Para completar, afirma que o nosso estado está muito bem representado no Congresso Nacional pelo homem e servo de Deus Marcelo Crivella.

Senador Marcelo Crivella,  o melhor do Rio de Janeiro.


Crivella em reunião com pastores na zona oeste do Rio de Janeiro

27/07/2009

O Senador Marcelo Crivella reuniu-se com pastores da Zona Oeste do Rio de Janeiro na Assembléia de Deus em Palmares.

25 de Julho de 2009


Na ocasião apresentou os trabalhos que vem desenvolvendo por conta própria no Projeto Cimento Social.

Os pastores demonstraram o seu apoio ao senador e aplaudiram o seu projeto.

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Na ocasião, Crivella falou sobre os seus tempos na África e citou o líder Nelson Mandella como referência política a ser seguida.

Segundo Crivella, Mandella não quis construir o seu próprio reino mas resistiu a prisão e não aceitou a liberdade condicionada a afastar-se da sua luta.

Citou que reuniu em estádio da África do Sul uma multidão de negros que representavam 90% da população que era subjugada pela minoria de brancos. Na ocasião os negros inicialmente desconfiaram de Crivella, branco, por serem maltratados pelos negros africanos, mas com o tempo o aceitaram como alguém que defendia realmente a liberdade e a igualdade.

Crivella destacou também as ações do presidente Lula que tem deixado de lado o ódio e o revanchismo político e tem-se aliado a políticos que outrora o atacaram pessoalmente e à sua própria família.

Crivella declarou que quem pensa no povo não age de forma odiosa, mas ama o que sofre.

Lembrou que deixou de lado interesses pessoais e políticos e se empenhou para que Cabral e Eduardo Paes fizessem aliança com o presidente Lula e o povo do Rio de Janeiro fosse beneficiado.

Crivella tenta sensibilizar as autoridades que é possível construir casas dignas a baixo custo para o povo carente das comunidades e com isso devolver-lhes a dignidade. Para isso tem usado seus próprios recursos advindos da venda de CDs para construir e reformar casinhas no Morro da Providência, abandonado pelo Exército depois que três rapazes foram assassinados depois de terem sido entregues por uma guarnição de serviços a bandidos de uma facção criminosa.

A primeira pessoa a receber uma casa totalmente construída, mobiliada e decorada por Crivella foi a senhora Cirleia, moradora que por várias vezes deu entrevistas ao Jornal O Globo falando mal do Projeto Cimento Social na época das eleições municipais passadas.

Outras três casas foram entregues a cada uma das mães que perderam seus filhos por conta da entrega dos rapazes moradores do morro a bandidos de outra facção.