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PROJETO DE CRIVELLA: “NOME SUJO NÃO PODE IMPEDIR CONTRATAÇÃO DE TRABALHADOR”

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) considera discriminação a prática de empresas que consultam serviços de proteção ao crédito antes de decidir sobre a contratação de futuros empregados. Por essa razão, apresentou o Projeto de Lei do Senado (PLS) 781/2015 para proibir que a situação de inadimplência financeira seja um obstáculo para acesso ao emprego ou cargo público.
De acordo com o senador, essa discriminação vem ocorrendo de duas formas: na primeira, os empregadores solicitam a esses serviços informações sobre o aspirante ao emprego e as usam como determinante para a contratação. A segunda decorre da exigência de certidão que comprove a sua condição de adimplente do candidato à vaga.
Crivella argumenta que muitas pessoas se endividam e ficam com o “nome sujo” em serviços de proteção ao crédito justamente por terem perdido o emprego.
“Esse é um paradoxo terrível, em razão do círculo vicioso insolúvel que cria: o trabalhador permanece inadimplente por falta de emprego e não consegue emprego em razão da inadimplência” aponta ele na justificação do projeto.
O senador pondera que as empresas têm atualmente liberdade para contratar, mas não contratar alguém com nome “negativado” é atentar contra a liberdade do trabalho e contra o princípio da dignidade da pessoa humana.
“O desiderato desta proposição é, por um lado, respeitar o direito atribuído ao empregador e, por outro, o de assegurar que os candidatos possam concorrer às vagas de emprego de forma imparcial e que as garantias constitucionais do direito ao trabalho, à igualdade, à dignidade da pessoa humana, bem como o combate a qualquer prática discriminatória, possam ser asseguradas e respeitadas nos processos de seleção” sustentou.
A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor e a Lei 9.029/2015, que trata da proibição de exigir atestados de gravidez e de esterilização, além de outras práticas discriminatórias, para efeitos admissionais.
O projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e tem prazo aberto para recebimento de emendas.


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Situação financeira do município é a primeira questão a ser discutida com Paes, diz Crivella

POR PABLO JACOBRIO – O prefeito eleito do Rio Marcelo Crivella, que terá um encontro com o prefeito Eduardo Paes na sexta-feira, disse que a primeira questão a ser discutida vai ser a situação financeira do município. Crivella, que fazia nesta terça-feira a sua corrida matinal no condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, afirmou que não quer ser surpreendido:

— Há uma crise no estado que a gente não quer que contagie o município.

PREOCUPAÇÃO COM CHUVAS

Preocupado com as chuvas constantes que estão atingindo a cidade, Crivella disse que vai fazer um pedido a Eduardo Paes para que faça a manutenção das galerias pluviais. O prefeito eleito citou ainda que viu alguns pontos de alagamento na Zona Norte.

DESPACHO EM HOSPITAIS

Crivella anunciou que vai reservar dias da semana para despachar nos hospitais de emergência da prefeitura para acompanhar os problemas das unidades e receber sugestões de melhoria no atendimento. Nesta terça-feira, o prefeito eleito não vai visitar nenhum hospital. Na agenda, apenas o festival de cinema cristão que acontece à noite no Cine Odeon, no Centro do Rio.


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Médicos do Souza Aguiar pedem CTI pediátrico a Crivella

Rio – O prefeito eleito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), visitou nesta segunda-feira o Hospital Souza Aguiar, no Centro, para conversar com médicos sobre as dificuldades encontradas pelos profissionais da Saúde. O presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, o vereador Carlos Eduardo de Mattos (SD), cotado para assumir a pasta da Saúde, também participaram da reunião.

Antes da visita, Crivella confirmou explicou porquê visitou a unidade. “Mesmo antes de assumir o cargo de prefeito pretendo visitar todos os hospitais. Essa é a primeira reunião e escolhi o Souza Aguiar por ter a maior emergência da rede.” 

Um tema abordado na reunião foi a possível municipalização de hospitais federais, o qual Crivella declarou ser a favor. “Essa é uma questão que tem meu apoio e que quero fazer, desde que tenha recursos do Ministério da Saúde e os repasses sejam preservados e ajustados”, disse”. Na reunião, segundo Darze, foi realizado o pedido para que o futuro prefeito continue escutando os profissionais, inclusive despachando de hospitais. 

“Sugeri ao Crivella que ele despache pelo menos duas vezes por semana de dentro de uma unidade de saúde. É importante. Prefeito e secretário precisam vivenciar os problemas e tomar as decisões com os profissionais. Nossa rede está doente e não tem condição de dar o melhor atendimento à população”, disse Darze.

Entre as queixas dos médicos está a defasagem dos salários dos concursados e a volta do CTI pediátrico.

Jornal O Dia 


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Vitória de Crivella no Rio consolida PRB no cenário político, diz ministro

img_8584Rio é a primeira capital em que a legenda conquista o Executivo municipal

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, afirmou que a eleição de Marcelo Crivella (PRB) à Prefeitura do Rio de Janeiro, o segundo maior colégio eleitoral entre as capitais brasileiras, tem uma “importância ímpar, singular” para o Partido Republicano Brasileiro, que completou 11 anos em agosto passado. O Rio de Janeiro é a primeira capital em que a legenda chega ao Executivo municipal.

— A conquista do Rio mais o que a gente conquistou no primeiro turno, as demais cidades em todo o Brasil, consolida o partido como um partido político que veio para ficar.

Com 99,99% dos votos apurados, Crivella somou 59,37% (1.699.888 votos) dos votos válidos contra 40,63% de Freixo (1.163522) — uma vantagem de quase 20 pontos percentuais. Foram contabilizados 26,85% de abstenções (1.314.805), 4,18% de brancos (149.857) e 15,9% de nulos (569.501).

Para Pereira, as propostas de Crivella e a rejeição dos eleitores a partidos de esquerda, como o Psol, levaram à ampla vantagem do candidato do PRB em relação a Freixo.

— A sociedade do Rio de Janeiro escolheu por aquilo que é mais coerente, por aquilo que tem mais aproximação com o que ela espera para um prefeito. O Psol e o próprio candidato Freixo têm posições muito mais radicais e a sociedade mostra que não está prestigiando, não só com essa eleição aqui do Rio, mas com a eleição do Brasil como um todo, a chamada esquerda, sobretudo, a esquerda mais radical que é da onde vem o candidato que perdeu as eleições.

Sobre a futura relação de Crivella com o governo federal, o ministro disse que ela deverá avançar com as parcerias que já existem com o Rio de Janeiro. Pereira afirmou que secretários do governo do Acre, comandado pelo PT, disseram a ele que são hoje mais recebidos pelos ministérios do que antes e definiu o governo Temer como “o governo do diálogo”.

— Um prefeito, de qualquer cidade, mas sobretudo de cidades grandes como o Rio de Janeiro, não pode prescindir de ter uma boa relação com o governo central e com o governo estadual. Isso é importante para a cidade. Zerou a eleição, acabou a eleição, vamos pensar na governabilidade e no que é melhor para a população.

Em seu primeiro pronunciamento após a vitória, no Bangu Atlético Club, na zona oeste do Rio, Crivella afirmou que vai buscar parcerias com o governo federal. Ele também afirmou que pretender ir a Brasília, na terça-feira (1º), com intuito de conseguir investimentos para cidade.

— Em Brasília, [vou buscar] apoio, convênios e recursos, tudo isso que eu fiz como senador durante 15 anos. Agora, espero que a bancada do Rio possa me ajudar. Sempre fui um despachante do Rio no Congresso, agora conto com essa experiência para trazer recursos e convênios para o Rio.


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Crivella vai pedir a Temer municipalizar Porto do Rio

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“Gostaria que o presidente Michel Temer permitisse que o Ministério dos Transportes municipalizasse o Porto do Rio. É importante para nós. Vou fazer essa apelo a ele. As receitas vão para o Rio. No mínimo, será (a receita) de R$ 100 milhões por ano. Se você contar quatro anos de governo a perspectiva sempre é de uma receita que aumenta. E isso são só receitas de aluguéis. Mas existe receita de ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), que também não é pequena. É expressiva”, disse Crivella, após deixar o plenário do Senado.

O senador afirmou que o governo federal já fez concessões para outras prefeituras e está otimista. Ele falou que conversará também com Temer sobre saúde, e conta também com repasses da União para essa área.

“Não tenho medo de ser um gestor pleno do SUS (Sistema Único de Saúde) se nós pudermos contra com os repasses e reajustes dos repasses para que não estrangule o Tesouro municipal. Seria bom para ambas as partes”, afirmou.

Crivella lamentou a possível perda de R$ 3 bilhões do orçamento do município, que está sendo votado na Câmara Municipal, mas disse que é na crise que as  pessoas se fortalecem.

“Espero poder me devotar ardentemente a essa missão que o povo do Rio me deu. É fascinante, embora vivemos um momento de reajuste fiscal. No Rio está sendo votado agora orçamento com R$ 3 bilhões menor que do ano passado. Sei que o Rio se engrandece nas crises, quando as pessoas acabam se fortalecendo. Tenho certeza que vamos fazer uma grande administração e voltar a qualidade  do serviço público, que foi a tese vitoriosa.”