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Crivella promete criar uma “Embrapa da Pesca”

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Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) celebra iniciativas governamentais que indicam recuperação econômica do Rio de Janeiro

Sem conseguir se habituar à rotina do executivo na esfera federal, o ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, vai ceder o lugar ao senador Marcelo Crivela (PRB-RJ), segundo informou nesta quarta-feira o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann. Segundo ele, a decisão foi tomada pela presidente Dilma Rouseff, que, dessa forma, abre caminho para o PRB na Esplanada dos Ministérios, ao mesmo tempo em que tenta amainar a ira dos evangélicos, que vêm demonstrando descontentamento em relações a posições como a da ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, que é a favor do aborto. “A mudança permite a incorporação ao ministério de um importante partido aliado da base do governo. A presidenta está segura de que, à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, o senador Marcelo Crivella prestará relevantes serviços ao Brasil”, diz a nota divulgada no início da tarde de ontem pela Presidência da República.

Com a posse de Crivella, que deve ocorrer já nesta sexta-feira, o mandado de senador pelo Rio de Janeiro vai ser ocupado pelo suplente Eduardo Benedito Lopes. Já Luiz Sérgio, que comandava a pasta, retornará à Câmara dos Deputados. “ O deputado Luiz Sérgio está deixando o cargo depois de prestar inestimável contribuição ao governo. À frente da Secretaria de Relações Institucionais e, depois, como responsável pela pasta da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio desempenhou com dedicação e compromisso com o país todas as tarefas que lhe foram atribuídas pela presidenta Dilma Rousseff”, concluiu na nota presidencial.

O senador foi convidado para ocupar o cargo através de uma ligação que a presidente Dilma lhe no último fim de semana. Ele disse que terá muito o que aprender no setor. Em conversa com os jornalistas, Crivella disse que pretende dar à pasta da Pesca a mesma visibilidade de que desfruta hoje o Ministério da Agricultura. Surpreso com o fato de o Brasil, com sua dimensão continental e rico em água doce, ter apenas 1.475 engenheiros de pesca, o novo ministro informou que terá como desafio estruturar o que chamou de “uma Embrapa da pesca”. Ele reconheceu, porém, que, para isso, a comunidade científica especializada no setor terá que aumentar muito no país.

Fonte: Jornal Atual

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