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FIRJAN recebe ministro da Pesca para debater dificuldades do setor

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O presidente da FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, recebeu o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, para um almoço com empresários e representantes de sindicatos, na tarde desta sexta-feira, na sede da Federação, no Centro.

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Fotos: Antonio Batalha

“É uma oportunidade para debatermos as principais necessidades da indústria do pescado, sugerindo medidas objetivas em relação questões como a construção do terminal pesqueiro no Rio, revisão das regras de importação e concorrência desleal”, declarou Eduardo Eugenio.

foto_almoco_Marcelo_Crivela_02_editada.jpgO representante do Sindicato da Indústria da Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Siperj), Sergio Ramalho, destacou que o setor carece de linhas de crédito específicas: “São ações que podem resultar em um parque industrial forte e estruturado”.

O ministro Crivella afirmou estar atento às dificuldades da classe e ressaltou que a falta de incentivo também é uma de suas principais preocupações. “A indústria da pesca precisa de apoio e estamos trabalhando para melhorar sua infraestrutura. Temos que ter pescado com preço menor e mais qualidade, para aumentar o consumo de peixe por pessoa no Brasil”, conclui Crivella.

Ao final do encontro, Sergio Ramalho entregou ao ministro uma carta aberta da indústria do pescado. O documento reitera, por exemplo, o pedido da indústria para a suspensão da exigência do COFINS e da contribuição para o PIS/PASEP sobre a receita do setor de pescado nos moldes em que é concedido para o setor de carnes bovina, suína e avicultura.

O estado do Rio de Janeiro, que congrega um parque industrial pesqueiro de aproximadamente 20 indústrias de congelamento e de conservas, é um dos maiores consumidores de pescado do Brasil, sendo também um dos maiores centros de distribuição de pescados, embora não conte com um Entreposto de Pesca (terminal pesqueiro), o que é o anseio de muitos anos, desde o fechamento do Entreposto de Pesca da Praça XV de Novembro.

Embora nem todas as indústrias sejam associadas ao SIPERJ, é possível estimar que as indústrias de manipulação do estado geram aproximadamente 16 mil empregos diretos, representando cerca de 48 mil pessoas que dependem da atividade pesqueira.

 Fonte: Sistema FIRJAN

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