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Aprovação do governo Dilma sobe para 59% e bate recorde

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Avaliação pessoal da presidente também é positiva: 72% dizem confiar nela

Marina Marquez, do R7, em Brasília

A aprovação dos brasileiros ao governo Dilma Rousseff aumentou e atingiu 59%. É o melhor índice registrado desde o início de sua gestão, em janeiro de 2011.

A avaliação pessoal da presidente também se mantém positiva, com 72% da população dizendo confiar nela. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29) e integram a nova pesquisa feita pelo Ibope a pedido da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

No levantamento anterior, de março, 56% dos brasileiros avaliavam o governo como bom ou ótimo. Para esta pesquisa, foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 16 e 19 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


Apenas 8% dos brasileiros avaliam o governo como ruim ou péssimo — é o mesmo índice da última pesquisa.

Quanto à confiança na presidente, praticamente não houve mudança em relação ao levantamento anterior: 72% dizem confiar e 25% não confiam em Dilma.

Expectativa e confiança

A pesquisa CNI também aponta a expectativa da população brasileira em relação ao resto do gestão Dilma, que terminará em dezembro de 2014.

O percentual de entrevistados que acreditam que o restante do governo será ótimo ou bom chegou a 61%. Apenas 25% acreditam que o governo será ruim ou péssimo nos próximos anos.

Mais da metade da população (58%) considera o governo Dilma igual ao de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. É um percentual que tem variado pouco desde julho de 2011. Outros 16% acham que a gestão da presidente é melhor, 24% a consideram pior e 1% não respondeu.

Por área de atuação

Como em março, 77% dos brasileiros aprovam a maneira de governar da presidente. A área de atuação que mais ajudou na melhora dos índices foi a área econômica. Os brasileiros viram melhora nas taxas de juros, inflação e impostos.

No caso dos juros, a aprovação cresceu de 33% para 49% entre março e junho e a reprovação caiu de 55% para 41%. Ao todo, 46% dos brasileiros aprovam o combate à inflação e 31% a política de impostos.

A área de governo que registrou a maior redução na aprovação foi educação. Em março, 49% dos entrevistados aprovavam as políticas na área, índice que caiu para 44% em junho. No mesmo sentido, os que desaprovaram saltaram de 47% para 54%.

Os outros índices tiveram uma pequena variação nos últimos meses. A maioria da população continua reprovando a atuação do governo nas áreas de saúde (66%) e segurança pública (61%), e aprovando o combate à fome e pobreza (57%), o enfrentamento do desemprego (53%) e a política de meio ambiente (55%).

Notícias

A percepção sobre o noticiário em relação ao governo teve uma pequena variação. O percentual da população que vê as notícias recentes como favoráveis se manteve em 28% na comparação com março.

Os que acham que as notícias têm sido desfavoráveis aumentou de 14% para 15%. Do total, 34% dos entrevistados veem o noticiário com neutralidade, nem favorável, nem desfavorável ao governo.

As notícias mais lembradas nos três últimos meses são relacionadas ao bicheiro Carlinhos Cachoeira (17%) e à conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 (6%).

Melhora entre os mais ricos

Para o gerente-executivo de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, a melhora na avaliação do governo se deve ao crescimento da aprovação entre eleitores com renda maior.

Segundo Fonseca, nos últimos meses Dilma tem “conquistado” esse grupo, embora ainda haja desconfiança no meio.

A avaliação de Dilma registra os melhores resultados nos extremos de renda. Entre pessoas que recebem mais de dez salários mínimos, 63% consideram o governo bom ou ótimo. No caso de quem recebe até um salário, esse índice chega a 64%.

A região onde a presidente tem maior aprovação continua sendo o Nordeste, onde 65% da população acha o governo bom ou ótimo, ante 57% no Sul e no Sudeste e 55% no Norte e no Centro-Oeste.

Segundo Fonseca, mesmo que ainda não tenha produzido efeitos diretos para o bolso da população, medidas econômicas como a redução dos juros foram muito bem recebidas e já têm peso na pesquisa.

— Mesmo não tendo efeito real, mudança na vida do cidadão, nós perguntamos sobre a aprovação da política [de juros] e aí entra tudo que a população vê: as propagandas dos bancos falando sobre redução de juros, os discursos da presidente, entre outras coisas.

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