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Reforço para a qualidade sanitária do pescado nacional

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Ministro Marcelo Crivella passa a coordenação da Rede de Colaboração em Epidemiologia Veterinária para a USP e autoriza médicos veterinários a coletarem amostras para análises nos laboratórios oficiais.

Brasília (5/11/2013) – O esforço do governo federal para transformar o país num grande produtor de pescados ganhou hoje dois parceiros estratégicos para o controle e garantia da sanidade de tudo o que é pescado ou criado em território brasileiro. Em solenidade realizada em Brasília, o ministro da Pesca e da Aquicultura, Marcelo Crivella, deu posse à Universidade de São Paulo (USP), como coordenadora da Rede de Colaboração em Epidemiologia Veterinária do Ministério da Pesca e Aquicultura (Aaquaepi) e assinou portaria autorizando o credenciamento de médicos veterinários, em todo o Brasil, para a coleta de amostras e material biológico para análises sanitárias na Rede Nacional de Laboratórios Oficiais do Ministério da Pesca e Aquicultura (Renaqua). A meta é defender a produção nacional de doenças e outros problemas sanitários que possam reduzir a produtividade e proibir a comercialização de organismos aquáticos.
“Com os esforços que estamos fazendo, com a criação de parques aquícolas em todo o Brasil, a produção do País vai crescer muito e cuidar da sanidade é fundamental. Não podemos simplesmente crescer, temos que crescer de forma ordenada e com responsabilidade”, destacou Crivella. O ministro foi o responsável pela criação do Renaqua, em 2012, e pela construção da política de sanidade animal para o pescado, que oferece bases para o crescimento sustentado da produção aquícola. Até agora o Renaqua já realizou mais de 4,2 mil análises e é capaz de identificar todas as 26 enfermidades monitoradas internacionalmente e passíveis de notificação à Organização Internacional de Epizootias (OIE) e outras 12 com impacto sobre a produção da aquicultura, além de quatro biotoxinas marinhas. Crivella aposta que, com o envolvimento dos médicos veterinários, a política de sanidade ganhará capilaridade, melhorando as condições de segurança do produto nacional. “Onde houver a identificação de um problema a amostra poderá ser coletada e envida ao laboratório oficial para que a situação seja analisa e as providências sejam tomadas”, complementou.
Para o professor Enrico Lippi Ortolani, diretor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Usp, o trabalho desenvolvido pelo Renaqua e agora pela Aquaepi, cuja coordenação estará à cargo da USP, agrega ao produto brasileiro um valor fundamental no mercado nacional e internacional: a credibilidade. “Eu vejo um sucesso enorme da aquicultura do Brasil a partir da colaboração dessas redes. Esses projetos, da Renaqua e do Aquaepi, são estratégicos para o Brasil porque não queremos só produzir, queremos também exportar e para isso a sanidade animal é fundamental”, acrescentou.

O trabalho do Renaqua já evitou prejuízos significativos à produção nacional como nos recentes casos do surgimento de biotoxinas marinhas em meio à produção de ostras e no caso do derramamento de ascarel no litoral de Santa Catarina.

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