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Crivella concede entrevista exclusiva ao ALEF News

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“A guerra não é da índole do povo judeu. Infelizmente, o povo palestino vive sustentado por nações terroristas que promovem o banho de sangue”.

(FOTO: Senador Marcelo Crivella com o jornalista Mauro Wainstock).

Durante mais de dois anos, o senador Marcelo Crivella foi ministro da Pesca. Em março, se desligou do cargo para concorrer ao governo do Rio de Janeiro. Leia a entrevista exclusiva que ele concedeu ao ALEF News:

SOBRE A POLÊMICA DIPLOMÁTICA: “O Brasil não cumpriu a sua constituição porque temos o princípio da não interferência; dos povos conduzirem seu próprio destino. Chamar o embaixador de Israel de volta não está de acordo com estes princípios constitucionais. Houve um conflito complexo de um país, cercado de inimigos, que vem sendo atacado. A diplomacia brasileira foi no mínimo precipitada e não tem o apoio de parlamentares que representam os laços de amizade Brasil-Israel”.

SOBRE O CONFLITO EM GAZA: “Expresso meu pensamento através das palavras de Golda Meir: ‘Nós podemos perdoar os árabes por matarem nossos filhos, mas não podemos perdoá-los por forçar-nos a matar seus filhos’. É uma condição de soberania. Um país que é atacado de maneira tão covarde se não tomar atitudes acaba desaparecendo do mapa. A guerra não é do interesse, da vocação, da índole do povo judeu, que é o povo da paz. Ninguém sofreu mais do que o povo judeu desde a época de Tito até 1948. Ninguém sofreu mais do que o povo judeu, na diáspora e nos campos de concentração. Israel vive sob ataque permanente e precisamos levar isto em consideração”.

SOBRE O TERMO “DESPROPORCIONALIDADE” – “É preciso se colocar na situação de um povo que conseguiu retomar o seu território depois de milhares de anos de diáspora e que hoje, em um território exíguo, consegue produzir avanços que beneficiam a humanidade. É difícil estabelecer adjetivos e escala para este povo sobreviver e permanecer como nação. Temos que apoiar um processo de paz, de entendimento, e Israel sempre esteve sentado na mesa para negociar. Infelizmente, o povo palestino não tem lideranças políticas e vive sustentado por nações terroristas que promovem o banho de sangue”.

 

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