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PROJETO DE CRIVELLA: “NOME SUJO NÃO PODE IMPEDIR CONTRATAÇÃO DE TRABALHADOR”

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) considera discriminação a prática de empresas que consultam serviços de proteção ao crédito antes de decidir sobre a contratação de futuros empregados. Por essa razão, apresentou o Projeto de Lei do Senado (PLS) 781/2015 para proibir que a situação de inadimplência financeira seja um obstáculo para acesso ao emprego ou cargo público.
De acordo com o senador, essa discriminação vem ocorrendo de duas formas: na primeira, os empregadores solicitam a esses serviços informações sobre o aspirante ao emprego e as usam como determinante para a contratação. A segunda decorre da exigência de certidão que comprove a sua condição de adimplente do candidato à vaga.
Crivella argumenta que muitas pessoas se endividam e ficam com o “nome sujo” em serviços de proteção ao crédito justamente por terem perdido o emprego.
“Esse é um paradoxo terrível, em razão do círculo vicioso insolúvel que cria: o trabalhador permanece inadimplente por falta de emprego e não consegue emprego em razão da inadimplência” aponta ele na justificação do projeto.
O senador pondera que as empresas têm atualmente liberdade para contratar, mas não contratar alguém com nome “negativado” é atentar contra a liberdade do trabalho e contra o princípio da dignidade da pessoa humana.
“O desiderato desta proposição é, por um lado, respeitar o direito atribuído ao empregador e, por outro, o de assegurar que os candidatos possam concorrer às vagas de emprego de forma imparcial e que as garantias constitucionais do direito ao trabalho, à igualdade, à dignidade da pessoa humana, bem como o combate a qualquer prática discriminatória, possam ser asseguradas e respeitadas nos processos de seleção” sustentou.
A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor e a Lei 9.029/2015, que trata da proibição de exigir atestados de gravidez e de esterilização, além de outras práticas discriminatórias, para efeitos admissionais.
O projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e tem prazo aberto para recebimento de emendas.
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Feliz Páscoa, Cristo ressuscitou!

 

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Mensagem de Páscoa – Salmo 22
[Ao mestre de canto, segundo a melodia “Corça da manhã”. Salmo de Davi]

22.1 Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?

Essas palavras ditas por Davi, séculos antes de Cristo, representam o sacrifício que deu sentido a Páscoa. Seriam ditas por Jesus no momento extremo do Seu sacrifício na cruz do calvário, por voltas das 3 da tarde, pouco antes da Sua morte. Ele foi crucificado às 9 da manhã. Ele havia nos ensinado a orar dizendo Pai Nosso. Na cruz, representando nossos pecados, já não era Pai, mas Deus. Ali, pela primeira vez a Santíssima Trindade se separou e esse é o grande sacrifício do Senhor Jesus. Ficou só e só enfrentou a morte. Leia os versículos abaixo do Salmo profético de Davi que se cumpriria quase mil anos depois em todos os detalhes. Deve ser entendido como a oração que Jesus fez nas seis horas que sofreu na cruz.

22.2 Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego.

22.3 Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel.

22.4 Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste.

22.5 A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos.

22.6 Mas eu sou verme e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo.

22.7 Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça:

22.8 Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer.

22.9 Contudo, tu és quem me fez nascer; e me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe.

22.10 A ti me entreguei desde o meu nascimento; desde o ventre de minha mãe, tu és meu Deus.

22.11 Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda.

22.12 Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam.

22.13 Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge.

22.14 Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.

22.15 Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.

22.16 Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés.

22.17 Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim.

22.18 Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam
sortes.

Quando os soldados romanos no Calvário repartiram suas vestes, sem saber, cumpriam uma profecia bíblica de seculos atrás. Jesus, um dia antes no Getsemani, havia suado sangue e orado três vezes pedindo que Deus afastasse o cálice da morte. A morte espiritual. A separação da Santíssima Trindade. Pela primeira vez Jesus estava só. E só entrou no inferno e triunfou com o preço do Seu sangue em resgate das almas cativas por nele não haver qualquer pecado. Ele venceu a morte! Ele ressuscitou! E antes de subir ao Pai para receber a glória que lhe estava proposta antes da fundação do mundo consolou Maria Madalena, a que havia tido sete demônios e que chorava à porta do sepulcro. Nem no mundo inteiro caberiam os livros se fossemos escrever tudo que Ele fez por nós. A páscoa é a data desse grande amor. Jamais haverá outro igual. Ao nosso Salvador toda honra e toda glória pelos séculos dos séculos, amém!

Escrito pelo senador Marcelo Crivella


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Crivella repudia violência contra jovens no Rio

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 Nesta terça-feira (01), o senador Marcelo Crivella foi à tribuna do Senado Federal para repudiar o caso dos cincos jovens que foram assassinados em Costa Barros, no Rio de Janeiro, no último sábado. Os jovens voltavam por volta das 22h do Parque de Madureira, área de lazer onde comemoravam o primeiro emprego de um deles, quando o carro em que estavam foi atacado pelos PMs, que deram mais de 50 tiros.Em seu discurso, Crivella leu o artigo “Mais cinco vidas”, de Marcus Faustini, publicado nesta terça-feira, no jornal O Globo, sobre a violência policial contra jovens negros e pobres.

“O outro sentido do “Rio vivo” que morre com eles é o discurso e a promessa que o jovem pobre precisa, além de estudar, começar a vida trabalhando. Um deles havia começado a trabalhar no Programa Aprendiz, que dedica empregos a jovens menores de 18 anos. De que adianta trabalhar se ao comemorar seu primeiro salário você é alvo preferencial por estar com outros amigos negros dentro de um carro? Esses e outros discursos de potência da vida estão morrendo junto com eles,” questionou o autor do artigo.

Crivella destacou ainda a falta de segurança no estado. “As palavras marcam bem a vergonha pela qual passa a cidade do Rio de Janeiro, pelo assassinato de cinco jovens covardemente atingidos por uma polícia violenta, não na sua maioria, que discrimina negros, pobres e favelados,” destacou o senador, que enfatizou ainda que as ações dos policiais militares envolvidos neste caso não representam a maioria dos membros da instituição.

“Que esses policiais paguem. A população do Rio de Janeiro repudia, não aceita covardia contra os seus filhos, os mais humildes e inocentes”, finalizou o senador.

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