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Vitória de Crivella no Rio consolida PRB no cenário político, diz ministro

img_8584Rio é a primeira capital em que a legenda conquista o Executivo municipal

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, afirmou que a eleição de Marcelo Crivella (PRB) à Prefeitura do Rio de Janeiro, o segundo maior colégio eleitoral entre as capitais brasileiras, tem uma “importância ímpar, singular” para o Partido Republicano Brasileiro, que completou 11 anos em agosto passado. O Rio de Janeiro é a primeira capital em que a legenda chega ao Executivo municipal.

— A conquista do Rio mais o que a gente conquistou no primeiro turno, as demais cidades em todo o Brasil, consolida o partido como um partido político que veio para ficar.

Com 99,99% dos votos apurados, Crivella somou 59,37% (1.699.888 votos) dos votos válidos contra 40,63% de Freixo (1.163522) — uma vantagem de quase 20 pontos percentuais. Foram contabilizados 26,85% de abstenções (1.314.805), 4,18% de brancos (149.857) e 15,9% de nulos (569.501).

Para Pereira, as propostas de Crivella e a rejeição dos eleitores a partidos de esquerda, como o Psol, levaram à ampla vantagem do candidato do PRB em relação a Freixo.

— A sociedade do Rio de Janeiro escolheu por aquilo que é mais coerente, por aquilo que tem mais aproximação com o que ela espera para um prefeito. O Psol e o próprio candidato Freixo têm posições muito mais radicais e a sociedade mostra que não está prestigiando, não só com essa eleição aqui do Rio, mas com a eleição do Brasil como um todo, a chamada esquerda, sobretudo, a esquerda mais radical que é da onde vem o candidato que perdeu as eleições.

Sobre a futura relação de Crivella com o governo federal, o ministro disse que ela deverá avançar com as parcerias que já existem com o Rio de Janeiro. Pereira afirmou que secretários do governo do Acre, comandado pelo PT, disseram a ele que são hoje mais recebidos pelos ministérios do que antes e definiu o governo Temer como “o governo do diálogo”.

— Um prefeito, de qualquer cidade, mas sobretudo de cidades grandes como o Rio de Janeiro, não pode prescindir de ter uma boa relação com o governo central e com o governo estadual. Isso é importante para a cidade. Zerou a eleição, acabou a eleição, vamos pensar na governabilidade e no que é melhor para a população.

Em seu primeiro pronunciamento após a vitória, no Bangu Atlético Club, na zona oeste do Rio, Crivella afirmou que vai buscar parcerias com o governo federal. Ele também afirmou que pretender ir a Brasília, na terça-feira (1º), com intuito de conseguir investimentos para cidade.

— Em Brasília, [vou buscar] apoio, convênios e recursos, tudo isso que eu fiz como senador durante 15 anos. Agora, espero que a bancada do Rio possa me ajudar. Sempre fui um despachante do Rio no Congresso, agora conto com essa experiência para trazer recursos e convênios para o Rio.


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Crivella repudia violência contra jovens no Rio

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 Nesta terça-feira (01), o senador Marcelo Crivella foi à tribuna do Senado Federal para repudiar o caso dos cincos jovens que foram assassinados em Costa Barros, no Rio de Janeiro, no último sábado. Os jovens voltavam por volta das 22h do Parque de Madureira, área de lazer onde comemoravam o primeiro emprego de um deles, quando o carro em que estavam foi atacado pelos PMs, que deram mais de 50 tiros.Em seu discurso, Crivella leu o artigo “Mais cinco vidas”, de Marcus Faustini, publicado nesta terça-feira, no jornal O Globo, sobre a violência policial contra jovens negros e pobres.

“O outro sentido do “Rio vivo” que morre com eles é o discurso e a promessa que o jovem pobre precisa, além de estudar, começar a vida trabalhando. Um deles havia começado a trabalhar no Programa Aprendiz, que dedica empregos a jovens menores de 18 anos. De que adianta trabalhar se ao comemorar seu primeiro salário você é alvo preferencial por estar com outros amigos negros dentro de um carro? Esses e outros discursos de potência da vida estão morrendo junto com eles,” questionou o autor do artigo.

Crivella destacou ainda a falta de segurança no estado. “As palavras marcam bem a vergonha pela qual passa a cidade do Rio de Janeiro, pelo assassinato de cinco jovens covardemente atingidos por uma polícia violenta, não na sua maioria, que discrimina negros, pobres e favelados,” destacou o senador, que enfatizou ainda que as ações dos policiais militares envolvidos neste caso não representam a maioria dos membros da instituição.

“Que esses policiais paguem. A população do Rio de Janeiro repudia, não aceita covardia contra os seus filhos, os mais humildes e inocentes”, finalizou o senador.

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Defesadosevangelicos

ARTIGO publicado no Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

HTTP://WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR/OPINIAO/2015/08/1674058-PRECONCEITO-RELIGIOSO.SHTML

Transcrição 

MARCELO CRIVELLA

Preconceito religioso

27/08/2015 

Há cerca de um ano a imprensa noticia com destaque a chamada Operação Lava Jato, conduzida pela Justiça Federal e pelo Ministério Público. Como se sabe, trata-se de um hediondo conjunto de casos de corrupção que envolve funcionários, empresários, políticos e seus chamados “operadores”, tendo a Petrobras como principal vítima. A repetição das decisões judiciais e das operações policiais é exaustiva.

Esse noticiário incessante estigmatiza o Brasil de país essencialmente corrupto, com instituições displicentes, despreparadas, incompetentes e, talvez, coniventes. Para manter a atenção da população, parte da imprensa brasileira eleva o tom, o que lhe faz correr o risco de resvalar para a intolerância, a truculência e as insinuações.

A quem interessa generalizar de modo irresponsável nossas mazelas e infortúnios, lançando a classe política na vala comum, levando o povo a descrer de todos os seus líderes e até mesmo de se envergonhar de ser brasileiro?

Sou um político ficha limpa, mas não consigo me empolgar com a desgraça alheia, tampouco crescer subindo nas costas dos outros.

Essa máquina de moer reputações acaba de envolver a igreja Assembleia de Deus na Operação Lava Jato por ter, supostamente, recebido propina. Estamos diante, mais uma vez, de um primitivo sentimento antirreligioso contra evangélicos.

Entre as pessoas comprovadamente envolvidas nos crimes, há praticantes das mais diversas religiões, sem que isso –felizmente– tenha sido objeto de interesse. As igrejas que eles frequentam –felizmente– nunca foram objeto de interesse jornalístico.

No caso de um personagem evangélico, porém, foram publicados o nome e a fotografia da igreja, assim como a identidade de seus dirigentes. Repórteres fizeram plantão em frente a um local de culto.

O motivo alegado para tal ato: a conta dessa igreja recebeu dinheiro de uma empresa investigada no escândalo. Alto lá! A doação é de 2012 e à época ninguém cogitava os escândalos apurados pela Operação Lava Jato. Mas não importa que ninguém soubesse que a oferta poderia ter relação com algum crime.

A própria informação, aliás, é inverossímil: por que alguém tentaria “lavar” dinheiro por meio de uma igreja que não contrata consultorias, palestras e serviços afins? Como se daria essa triangulação?

As doações foram feitas em 31 de agosto de 2012. Teriam sido usadas para a compra de votos em favor de um deputado. Naquele ano, porém, o deputado não disputou eleição alguma. A igreja não sabia que o doador poderia estar envolvido em negócios escusos nem recebeu recursos em troca de apoio eleitoral.

O último Censo do IBGE, de 2010, mostrou que Assembleia de Deus tinha naquele ano 12 milhões de membros espalhados pelo território brasileiro. São dezenas de milhares de templos e centenas de milhares de pastores, diáconos e obreiros. Não é justo atingi-los, na figura de seus líderes. Nenhum deles sabia nada sobre o preço de navios-sonda coreanos superfaturados encomendados pela Petrobras.

Acusações apressadas e descabidas se tornam avalanche de infâmia e calúnia, detratando a honra de inocentes e estraçalhando o mais sagrado dos direitos, o respeito à dignidade da pessoa humana.

MARCELO CRIVELLA, 57, bispo licenciado da igreja Universal do Reino de Deus, é senador pelo PRB-RJ. Foi ministro da Pesca e Aquicultura (governo Dilma)


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HIPOCRISIA

Certa vez o Senhor Jesus chamou os religiosos de hipócritas.  É um termo muito forte, mas muito corriqueiro.  Vemos por todo o Brasil manifestações contra a corrupção, que é coisa hedionda e precisa ser combatida.  Contudo, precisamos ser humildes para primeiro tirar a trave de nossos olhos para depois tirar o argueiro do outro.  Se cada um de nós fizesse o que é certo, daríamos uma grande contribuição para o nosso país.  Talvez você se sinta ofendido e diga que jamais cometeu qualquer tipo de corrupção.  Então vejamos.
1) Quando não se declara na alfandega algum produto que deveria ser declarado, está-se sonegando imposto.
2) Quando um atestado médico falso é entregue para justificar uma falta no trabalho, está-se cometendo o crime da fraude
3) Quando se assiste a um DVD pirata ou adquire-se um programa de computador pirata, comete-se um crime.
4) Quando se ultrapassa o limite de velocidade, fura-se um sinal vermelho ou paramos em local proibido, estamos infringindo a lei.

Temos em nosso país a cultura da ” Lei do Gérson”, de tirar vantagem em tudo.  Lembro da época em que meu marido servia ao quartel e algumas esposas de oficiais vinham se gabar de terem passado a perna no feirante, ao trazer para casa 14 laranjas ao invés de uma dúzia!!!

Talvez você diga que nunca cometeu nenhum dos delitos acima e isso é muito louvável, mas a Bíblia diz que não há um justo sequer e que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.  Quando um homem olha para uma mulher com malícia (e vice versa), diz a Bíblia que tal pessoa cometeu adultério em seu coração. Pecado também é corrupção.  Um coração corrupto armazena mágoas, invejas, ódios…. Uma mente corrupta maquina o mal, arquiteta fofocas e tem pensamentos escusos. Uma mentira “branca” também é engano.

O Senhor Jesus certa vez  foi colocado à prova quando os fariseus lhe trouxeram uma mulher pega em flagrante adultério.  Segundo a Lei Mosaica aquela mulher deveria ter sido apedrejada, mas o Mestre do Amor, conhecedor da natureza humana, disse que atirasse a primeira pedra quem não tivesse pecado.  Um a um daqueles acusadores, acusados por suas consciências, saiu envergonhado. E aí vem a mais estupenda afirmação de amor Daquele que era o único que poderia jogar uma pedra. ” Nem eu tampouco te condeno.  Vai e não peques mais.”

Hoje queremos jogar pedras no governo e nos governantes, mas não queremos que nossos erros venham à luz.  Para construirmos um país forte e próspero, precisamos ensinar pelo exemplo.  Se justificamos nossos erros por causa dos erros de nossos líderes, caimos num ciclo vicioso que fortalece o status quo.

Sylvia Jane Crivella 

Deus abençoe!


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05 de agosto – Dia Nacional da Saúde

diadasaude

No dia 05 de agosto, comemora-se o Dia Nacional da Saúde. A data rememora o dia do nascimento do grande sanitarista Oswaldo Cruz. Além da inestimável contribuição na erradicação de epidemias de peste, febre amarela e varíola, contribuiu para a estruturação das ações de saúde pública no Brasil, para a criação do Instituto Soroterápico Federal (hoje Fundação Oswaldo Cruz) e para a fundação da Academia Brasileira de Ciências.

No início do século XX, as grandes enfermidades que acometiam a população brasileira eram as doenças infecciosas, principalmente a febre amarela e o cólera. Quase 100 anos após a morte de Oswaldo Cruz, o panorama sanitário brasileiro teve grandes mudanças, especialmente na cidade do Rio de Janeiro onde o eminente sanitarista viveu a maior parte de sua vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disponibiliza em sua página na internet um link com o perfil da saúde de seus países membros. Eis alguns indicadores da saúde do Brasil:

Indicadores (ano 2007)

Percentual da população habitando áreas urbanas: 85%;
Expectativa de vida homens: 70 anos;
Expectativa de vida mulheres: 76 anos;
Expectativa de vida saudável: 64 anos;

Percentual de anos de vida perdidos por saúde: 25% por doenças transmissíveis, 55% por doenças não transmissíveis e 20% por acidentes.

Indicadores (ano 2000)

–    Percentual de nascimentos atendidos por pessoal da área de saúde: 97%;
–    Número de médicos por 10 mil habitantes: 12;
–    Número de enfermeiros/parteiros por 10 mil habitantes: 38;
–    Percentual de adultos masculinos obesos: 9%;
–    Percentual de adultos femininos obesos: 13%.

O Ministério da Saúde do Brasil (MS) disponibiliza informações de saúde na página do Departamento de Informática do SUS na internet (DATASUS). No endereço eletrônico é possível obter informações de saúde por região, estado e município.

Qualquer intervenção em saúde é antecedida por uma avaliação criteriosa de informações relacionadas à população, aos serviços de saúde, aos recursos humanos, entre outras. A coleta sistemática de dados é o primeiro passo para a organização de sistemas de saúde eficientes.

No Dia Nacional da Saúde, a COI celebra a memória de um dos grandes nomes da saúde pública no país e reforça a necessidade de aprimoramento contínuo dos sistemas de informação para que as ações de saúde sejam eficientes, efetivas e justas.

Feliz Dia Nacional da Saúde!


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No Rio, Crivella debate Lei da Terceirização com sindicalistas

Fonte: Ascom senador Marcelo Crivella

O senador Marcelo Crivella foi recebido, na tarde de sexta-feira (08), por presidentes de diversos sindicatos filiados à União Geral dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (UGT-RJ) para discutir o projeto que regulamenta e expande os contratos de terceirização no país. O PL 4.330/2004, aprovado na Câmara, recebeu novo número no Senado, onde foi registrado como Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/2015, e será debatido em sessão temática no Plenário na próxima semana.

Para o presidente da UGT-Rio, Nilson Duarte, o projeto é um retrocesso no que se refere aos direitos trabalhistas. “Muitos trabalhadores perderam a vida no decorrer da história em defesa dos seus direitos e agora nós vemos projetos tramitando no Congresso caminhando na direção oposta, cerceando os direitos da classe. Esperamos que o Senado rejeite esta proposta perniciosa”, salientou o presidente da UGT-RJ.

Duarte destacou também o desempenho do senador na defesa das leis trabalhistas, “sabemos da sua participação, da sua defesa e da sua luta pelos direitos dos trabalhadores e pela sociedade do Rio de Janeiro. E este empenho não encontra-se apenas em suas promessas de campanha, mas também durante toda a sua trajetória política”, revelou.

Crivella manifestou-se contrário à terceirização da atividade fim e salientou a necessidade de aperfeiçoar o Projeto de Lei no Senado. “Se nós aprovarmos a lei como veio da Câmara, vamos perder importantes conquistas obtidas pelos trabalhadores brasileiros e que hoje estão na CLT. O PL permite a terceirização de até 100% da empresa, o que significa que qualquer atividade possa ser terceirizada; amplia a terceirização do setor público, alcançando as agências reguladoras, as fundações e as empresas de economia mista, quebrando o princípio isonômico de concurso público; cria a possibilidade de incluir a cota dos portadores de necessidades especiais nas contratações terceirizadas da empresa; e obriga a reter apenas apenas 4% do valor do contrato para pagamento das obrigações trabalhistas dos empregados em caso de falência da empresa terceirizada”, afirmou o senador.

Participaram do debate dirigentes dos Sindicato de Asseio e Conservação; Sindicato dos Alfaiates; Sindicato dos Mestres de Cabotagem e dos Contramestres em Transportes Marítimos; Sindicato dos Fisioterapeutas; Sindicato dos Corretores de Imóveis; Sindicato dos Vigilantes; Sindicato dos Empregados das Instituições Filantrópicas Beneficentes e Religiosas; e Sindicato das Trabalhadoras Domésticas.

UGT-RJ

A União Geral dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (UGT-RJ) é a segunda maior central sindical do estado com 112 entidades filiadas, que representam cerca de 1,5 milhão de trabalhadores.